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Na próxima terça-feira, 9/9, o Grupo Gay de Alagoas (GGAL) e Central Única dos Trabalhadores (Cut) promovem um debate entre os candidatos à prefeitura de Maceió. O debate está marcado para as 14h, no auditório do CEFET-AL.
Segundo Edna Nobre, presidente em exercicio da CUT, o objetivo do debate é trazer a discussão dos candidatos para a classe trabalhadora e os movimentos sociais, pois acreditamos que tendo as propostas confrontadas é possível avaliar qual delas pode se adequar melhor às necessidades atuais da nossa cidade e do nosso povo.
Saúde, educação, desenvolvimento regional, emprego, habitação, segurança pública, serviço público, direitos humanos e combate às discriminações, transporte coletivo e participação popular deverão ser citados. A temática das perguntas foi definida em um regulamento previamente acordado entre a organização e todos os candidatos.
Na ocasião o presidente do Grupo Gay de Alagoas, Teddy Marques apresentará aos candidatos a Plataforma Politica GLBT, contendo propostas de politicas públicas para a promoção da cidadania da população de gays, lésbicas, travestis e bissexuais.
Serão convidados representantes da classe trabalhadora e dos movimentos sociais, que terão direito a participar com perguntas aos candidatos. As perguntas devem ser entregues com antecedência à organização do debate.
Os candidatos Judson Cabral (PT), Mário Agra (PSOL), Solange Jurema (PSDB) e Manoel de Assis (PSTU) confirmaram participação no debte. O único que não estará presente é o atual prefeito Cícero Almeida (PP). As entidades lamentam essa atitude, pois acreditam que oportunidades como esta são importantes para aproximar o eleitor do candidato de forma consistente, com apresentação de propostas e discussão de idéias.
A data da 8ª Parada do Orgulho GLBT de Maceió foi transferida do dia 14 de setembro para o dia 16 de novembro. Segundo as entidades organizadoras, Associação dos Homossexuais do Complexo Benedito Bentes, Grupo Gay de Alagoas, ARTJOVEM e Liga Brasileira de Lésbicas, o motivo do adiamento da parada foi o posicionamento contrário da Prefeitura de Maceió em apoiar eventos no período eleitoral.
Segundo Teddy Marques, presidente do Grupo Gay de Alagoas, uma das entidades que organiza o evento, sem o apoio da Prefeitura não é possível realizar a parada. “O evento não se faz só com vontade política, é preciso garantir o apoio real dos órgãos governamentais do Estado e do município, pois o custo total de um evento deste porte é na ordem de 100 mil reais, incluindo as atividades que antecedem a parada. Portanto a coordenação da parada tomou a decisão certa, adiar o evento para depois das eleições para assim garantir o apoio da Prefeitura e de outros importantes parceiros”, finalizou.
“Com a nova data teremos tempo para consolidar novas parcerias e organizar ainda melhor a parada que está na sua oitava edição”, promete Nildo Correia secretário do GGAL, e explica o adiamento: “Não poderíamos ser irresponsáveis de chamar a população para um evento tão grandioso como este sem recursos suficientes para garantir trios elétricos, segurança, decoração e música.”
O tema deste ano é ‘Homofobia mata, ame e deixe viver’ em homenagem as vitimas da violência anti-homossexual em Alagoas e, segundo os organizadores, a expectativa é de 100 mil pessoas. A parada do Orgulho GLBT de Maceió nesses 8 anos não tem recebido apoio de nenhuma empresa privada, e nessa edição, até o presente momento o Governo do Estado não sinalizou com nenhuma forma de apoio.
Ao contrário da Prefeitura de Maceió, a Prefeitura do Recife confirmou na última terça-feira, 2 de setembro, que contribuirá com 40 mil reais para a realização da 7ª edição da Parada da Diversidade, marcada para o próximo dia 14. A confirmação se deu após um encontro tenso entre representantes da prefeitura e da associação que organiza a Parada, o Fórum LGBT.
Além dos 40 mil reais que serão destinados à montagem do palco e a outras demandas do evento, a Prefeitura do Recife também se comprometeu a arcar com os serviços de limpeza, banheiros químicos, organização do trânsito e reforço policial que será oferecido pela guarda municipal.
O tema da 7ª Parada da Diversidade será "Pernambuco sem Homofobia: Criminalização Já". A concentração será a partir do meio-dia, no Hospital da Aeronáutica.
Perguntar não ofende: além das controvérsias juridicas sobre o parecer do procurador CARLOS ROBERTO LIMA, os demais procuradores das Prefeituras de Recife, São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro e Porto Alegre que deram paracer favorável ao apoio as respectivas paradas GLBT, estão despidos de saber juridico ?
Por 3 votos a 2, a Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) votou ontem favoravelmente a possibilidade de reconhecimento da união estavel entre homossexuais e determinou a Justiça Fluminense que retome o julgamento envolvendo o agrônomo brasileiro Antônio Carlos Silva e o canadense Brent James Townsend, que havia sido extinta. Tal decisão é inédita na história do STJ, pois passa a ser reconhecida a união homossexual na vara da Família e não do Direito Patrimonial.
A decisão estava empatada e aguardava o voto de minerva do ministro Luís Felipe Salomão. Em seu voto, o ministro ressaltou que a impossibilidade jurídica só ocorre quando há expressa proibição legal e, já que não há nenhuma vedação para o reconhecimento da união estável entre pessoas do mesmo sexo, a justiça de São Gonçalo (RJ) deve rever o mérito do processo.
Luis Salomão, ao concluir o seu voto, disse que o STJ não julgou a procedência ou improcedência da ação, portanto, não debateu a legalidade ou não da união estável entre homossexuais e que se restringiu apenas a possibilidade jurídica do pedido. O mérito (validade) será julgado pela Justiça Fluminense.
A desembargadora Maria Berenice Dias disse à reportagem do site A Capa que tal decisão é importante pois se trata "da corte reconhecer que estes casais estão ao abrigo da lei". Para ela, o resultado da votação "faz valer o artigo da lei Maria Penha que reconhece uniões familiares independente do sexo". Ela também acredita que a partir desta decisão "eles (juízes) não poderão mais jogar para debaixo do tapete e alegar e dizer que a lei não reconhece a união homoafetiva". "É uma decisão de inclusão", conclui a desembargadora.
Para entender o caso
O casal entrou com ação de reconhecimento da união na 4ª Vara de Família de São Gonçalo (RJ). No pedido de reconhecimento legal da união entre eles, argumentavam que viviam juntos há 20 anos e que tal relação era pública. O pedido foi negado e o processo arquivado sem julgamento de mérito. Legalmente casados no Canadá, o casal busca a declaração de união estável com o objetivo de obter visto permanente para o canadense, de modo que os dois possam morar definitivamente no Brasil.
Inconformados com a decisão, eles recorreram ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ- RJ), que também rejeitou a proposta alegando que a não há reconhecimento legal para relação entre pessoas do mesmo sexo na legislação brasileira. Frente a mais uma derrota, o casal decidiu recorrer ao STJ, onde o julgamento estava empatado. Os ministros Pádua Ribeiro (relator) e Masami Uyeda votaram a fovor por entenderem que a legislação do Brasil não traz restrições para uniões homoafetivas. Já os ministros Fernando Gonçalves e Aldir Passarinho votaram negativamente e alegaram que a constituição só considera as uniões entre homem e mulher. O caso agora volta pra a justiça fluminense, onde será julgado.
Fonte: site A Capa - www.acapa.com.br
Considerando que a 8ª Parada do Orgulho GLBT de Maceió, marcada para 14 de setembro na avenida da Paz, poderá não contar com o apoio oficial da Prefeitura, os organizadores decidiram promover diferentes ações para viabilizar o evento.
Um parecer a ser elaborado pela Procuradoria do Município também é esperado, tendo em vista que o procurador Carlos Roberto Lima já verbalizou pelo indeferimento do apoio promocional a 8ª Parada GLBT de Maceió alegando que em ano eleitoral a administração pública não poderá distribuir gratuitamente bens, valores ou benefícios.
Os organizadores do evento estão enfrentando dificuldades para tornar a parada gay, além de um momento de protesto e reivindicações políticas sobre as demandas do movimento GLBT, uma festa repleta de luzes e cores.
Para Teddy Marques, presidente do GGAL, estamos esperando anciosos o parecer jurídico da Procuradoria, tendo em vista que este evento tem amparo legal na Lei Municipal 4.898/99, que determina que o Poder Executivo e a Câmara de Vereadores devem promover ações alusivas ao transcurso da data. Independentemente de ano eleitoral, a Prefeitura de Maceió tem apoiado financeiramente este evento desde 1999, já que a Lei Eleitoral 9.504 é de 1997. Sem apoio da Prefeitura o evento será inviabilizado e provocará um grande prejuízo social a população GLBT de nosso município, finaliza.
As lideranças GLBT a exemplo de Israel Soares da Associação dos Homossexuais do Complexo Benedito Bentes questionam essa proibição por parte da Procuradoria, tendo em vista que as Prefeituras de Arapiraca, União dos Palmares, Delmiro Gouveia, Viçosa, Maragogi, Coruripe e Penedo estão apoiando as paradas do orgulho GLBT de seus municípios. Segundo Israel, trata-se de uma manobra política, pois a Prefeitura de Recife, São Paulo, Rio de Janeiro, Aracaju, dentre muitas outras estão apoiando os eventos sem qualquer empecilho jurídico. O Prefeito Cícero Almeida está literalmente ignorando e “rasgando” a Lei Municipal 4.898/99, concluiu.
Organizadores estão buscando auxilio junto a outras instituições da iniciativa privada e esperam ser procurados por apoiadores para garantir o evento. Interessados em apoiar a atividade podem entrar em contato com a entidade através do e-mail: ggal10anos@hotmail.com ou pelos telefones (82) 8836-5486 e 9910-8748.
Nesta terça-feira (5), a homofobia fez mais uma vitima em Alagoas, desta vez o cabeleireiro e candidato a vereador pelo PSB José Silveira, 43 anos, foi cruelmente assassinado a tiros de revolver a poucos metros de seu salão de beleza, quando voltava para sua residência na Quadra 59, do Conjunto Frei Damião, em Maceió, conforme divulgou o site tudo na hora.
O presidente da Associação dos Homossexuais do Complexo Benedito Bentes, Israel Soares, informou que está se mobilizando para solicitar providencias ao Delegado de Policia, com a abertura de inquérito policial para elucidar este bárbaro crime. Além disso, vamos solicitar ao Ministério Público que acompanhe as investigações.
De acordo com Teddy Marques, presidente do Grupo Gay de Alagoas, “Dentre os muitos desafios para o novo Secretário de Defesa Social, Paulo Rubim, está a violência contra homossexuais que entre 2006/2008 já vitimou mais de 40 pessoas em Alagoas. Apresentamos 6 propostas na Conferência Estadual de Segurança Pública, entre elas se destacam as que pedem apuração com rigor os crimes de homofobia, confeccionando inquéritos elucidadores e denunciando ao Judiciário os responsáveis pelos crimes; e criação uma delegacia especializada em crimes contra grupos vulneráveis, a exemplo do Estado de São Paulo, que tem funcionado de forma exemplar, ” concluiu.
1 "Tenho 16 e acho meu pênis pequeno, além de a ejaculação ser meio transparente e só sair um pouquinho. É normal?"
2 "Tenho 15 anos e meu pênis mede 11 centímetros. Ele está na média?"
3 "Tenho 18 e quero saber onde encontro camisinhas extra-pequenas?"
TAMANHO NÃO é documento, já dizia o ditado. Mas, em compensação, gera um monte de dúvidas na cabeça do jovem, principalmente na fase em que seu corpo ainda está se desenvolvendo e se transformando.
Esse período de mudanças acontece em momentos distintos na vida de cada garoto, por isso é muito difícil ter uma "tabela" que indique qual é a medida normal para cada idade. Sem contar as variações naturais de tamanho de pênis que existem de um homem para outro.
Em linhas gerais, a média do pênis do homem brasileiro, em ereção, varia de 12 a 14 cm. Durante a adolescência, o pênis pode ainda estar em desenvolvimento, não tendo atingido ainda seu tamanho final.
Se o desenvolvimento físico do garoto começa um pouco mais tarde, é possível que seu pênis também se desenvolva por um pouco mais de tempo. Aos 15, portanto, o tamanho do segundo leitor já se aproxima da média e ainda pode crescer um pouco.
Nosso leitor de 16 também se preocupa com o tamanho e com o aspecto da sua ejaculação. É bom lembrar que volume de esperma e coloração também são duas características que podem se modificar com a idade e com a freqüência com que o garoto ejacula. Se existe, por exemplo, uma masturbação freqüente, a coloração pode ser mais transparente e o volume da ejaculação, menor.
Em relação ao tamanho das camisinhas, dúvida do terceiro leitor, existem no mercado pelo menos três tipos distintos. O normal, o extra (um pouco maior) e o "teen" (um pouco menor). Essa CAMISINHA menor se adapta melhor aos garotos em fase de desenvolvimento, que ainda tem o pênis um pouco mais fino, e aos homens que têm o pênis um pouco menor. Embora o tamanho padrão de CAMISINHA possa ser utilizado, com tranqüilidade e conforto, pela maioria dos homens.
É bom lembrar que existe um mito, talvez até uma "fantasia", na cabeça dos garotos: de que tamanho maior é sinônimo de melhor desempenho sexual e de mais satisfação da parceira. Isso não é verdade! Há uma série de fatores, como intimidade, cumplicidade, afeto, prática e desejo, entre outros, que interferem e têm um impacto muito maior na vida sexual do homem do que alguns centímetros a mais. Pense nisso antes de pegar a régua!
Ocorreu nesta quarta-feira, 30, na sala dos conselhos do Palácio Zumbi dos Palmares a eleição dos representantes da sociedade civil para o Conselho Estadual de Combate a Discriminação – CECD, órgão permanente, autônomo e deliberativo, vinculado a Secretaria da Mulher, Cidadania e Direitos Humanos, com a finalidade de promover os direitos e a cidadania dos grupos socialmente discriminados, a exemplo de negros, quilombolas, GLBT, índios e pessoas com deficiência.
Foram inscritas 26 entidades e apenas 22 estiveram aptas para participar do pleito. A Comissão Eleitoral composta pelos advogados Tutmés Airan e Gilberto Irineu coordenou os trabalhos que culminaram com a eleição das seguintes entidades titulares: Grupo Gay de Alagoas (12 votos), Afinidades GLSTAL (11 votos), Federação Zeladora dos Cultos em Geral (11 votos), Federação das Associações de Moradores e Entidades Comunitárias de Alagoas (10 votos), Federação de Entidades de Deficientes Físicos de Alagoas (10 votos), Organização das Mulheres Indígenas Xucuru-Kariri-Omixuk (9 votos) e Associação de Desenvolvimento da Comunidade Remanescente de quilombos Tabacaria (8 votos). Outras sete entidades ficaram na suplência por ordem de votação, Sociedade Pestalozi, hoje FENASP obteve 6 votos, PROVIDA obteve 4 votos.
Para Teddy Marques, presidente do Grupo Gay de Alagoas (GGAL), “este conselho é inédito no país e representa um mecanismo a mais para os grupos socialmente discriminados reivindicarem e deliberarem sobre a construção de políticas públicas no âmbito do Governo do Estado. Esperamos que o governador possa dar posse aos eleitos o mais breve possível e começarmos a trabalhar em prol deste segmentos,” finalizou.
O antropólogo Luiz Mott, fundador do Grupo Gay da Bahia, indicou a Globo para levar o próximo troféu "Pau de Sebo", recebido por "inimigos" do movimento homossexual. Ele ficou irritado com o pouco destaque dado pela emissora à 1ª Conferência de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais, aberta pelo presidente Lula, na última quinta-feira.
"A Globo é foda. Que decepção!", escreveu Mott a seus colegas que participam do fórum "Homossexualidade e Direito".
Ele elogiou a emissora de Silvio Santos, em especial ao apresentador Hermano Henning. "O SBT com o Henning deu uma cobertura simpática, mas a Globo, além de não permitir o beijo gay, mantém o complô do silêncio contra o amor que ela ainda não ousa dizer o nome. Vamos dar mais uma vez o Pau de Sebo a Globo!Como é possível tanta homofobia na direção da Globo? Deplorável."
No último dia 31, a Globo evitou exibir um beijo entre pessoas do mesmo sexo no final da novela "Duas Caras", apesar de seu autor (Aguinaldo Silva, homossexual assumido) ter escrito a cena. Já a revista semanal "Época", publicada pela editora Globo, também descartou uma foto de um beijo gay para sua capa com os sargentos Laci e Fernando.
A Globo nega homofobia. O canal argumenta que seus "princípios de qualidade" não prevêem beijos e carícias entre homossexuais. A "Época" nega censura e diz que a capa sem o beijo foi avaliada como a "mais adequada" para o material publicado. (Fonte: folha de SP - Ilustrada)
Gêmeos Flávio e Gustavo Mendonça (à esq.) vão aparecer no segundo número da revista gay "Aimé"